Matrículas 2027: onde a família decide a escola/universidade, e por que sua instituição precisa estar lá em outubro
21/09/2026Ninguém escolhe escola em um dia. A decisão nasce em conversas de carro, de jantar e de grupo de pais, semanas antes da visita. Saiba como escolas, faculdades e cursos entram nessa conversa com a mídia certa, no momento certo.
Trocar de escola e universidade ou escolher a primeira é uma das decisões mais caras e mais emocionais que uma família toma.
Envolve dinheiro, rotina, a expectativa sobre o futuro do filho e as expectativas familiares. Por isso ela não se resolve numa busca no Google: se constrói ao longo de semanas, a partir do que a família ouve, vê e comenta.
E o calendário é rígido. A campanha de matrículas das escolas de educação básica corre de outubro a janeiro; a de faculdades e cursos, em duas ondas, no fim do ano e em julho. A instituição que só aparece quando abrem as matrículas chega quando a lista de opções da família já está fechada.
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Quem decide, e o que pesa na decisão
Na educação básica, quem decide é a mãe ou o pai, com renda para pagar a mensalidade e pouco tempo para visitar cinco escolas. Ele quer três coisas antes de agendar uma visita: saber que a escola existe, ter uma boa referência sobre ela e entender o que ela tem de diferente — período integral, ensino bilíngue, esporte, resultado nos vestibulares, método, estrutura.
Na educação superior e nos cursos técnicos, o decisor é o próprio aluno, mas a família influencia. E o que pesa é a percepção de que aquela instituição forma gente que trabalha: empregabilidade, reputação no mercado local, parcerias com empresas.
Repare que nenhum desses três pontos se resolve apenas com um anúncio de “matrículas abertas”. Eles pedem presença, credibilidade e explicação. Cada um tem uma mídia que faz isso melhor.
Presença: a TV de manhã e o rádio no trajeto
A manhã de dia útil é o horário da família. É quando os pais tomam café, levam os filhos e ligam o rádio do carro. Duas mídias da NSC vivem exatamente nesse horário.
O Bom Dia Santa Catarina, jornal local da NSC TV, é assistido enquanto a casa se prepara para sair. Uma escola que aparece ali, com regularidade, ao longo de outubro e novembro, entra no repertório da família sem esforço — e com a credibilidade de estar no jornal da emissora de maior audiência do Estado. Distribuir inserções entre o Bom Dia SC, a programação de sábado e o fim de tarde amplia esse efeito para momentos diferentes da rotina.
A Atlântida e a CBN ocupam o trajeto casa–escola–trabalho. Um comercial curto, repetido nos horários de deslocamento durante o mês, faz o nome da escola ficar familiar antes da fase de decisão. Na CBN, o público é o adulto que decide e paga; na Atlântida, chega-se à família inteira. O texto ao vivo com o comunicador, contando o que a escola tem de diferente, funciona como recomendação de alguém que a família já escuta todos os dias.
Para instituições maiores, ou redes que precisam ganhar tamanho rápido em uma praça, o Globo Impacto entrega um volume garantido de pessoas alcançadas na NSC TV em uma ou duas semanas, sem depender de escolher programa a programa.
Credibilidade e explicação: conteúdo
Aqui está o ponto em que a maioria das campanhas de matrícula falha. A comunicação das instituições de ensino devem ser multiplataforma. Meios de massa para garantir alcance, credibilidade e conquistar uma nova base de alunos e o branded content para se apropriar de territórios.
Um comercial de 30 segundos cabe o nome, a promessa e o site. Não cabe o método, o projeto pedagógico, a história dos ex-alunos nem a resposta para a pergunta que a família realmente faz: “por que essa e não a outra?”.
É o papel do branded content da NSC: uma matéria produzida pela equipe de conteúdo do grupo, publicada no NSC Total, que explica o que a escola faz, com entrevista, dados e a assinatura de conteúdo patrocinado. A família encontra essa matéria quando pesquisa o nome da escola — e encontra um veículo de credibilidade contando, não a própria escola se elogiando.
Uma escola bilíngue, por exemplo, tem mais a ganhar com uma matéria explicando como funciona a imersão no idioma do que apenas com anúncios dizendo “somos bilíngues”. Uma faculdade tem mais a ganhar mostrando onde os formados estão trabalhando do que apenas repetindo a nota do MEC.
Esse conteúdo tem duas vidas: fica publicado e indexado para as famílias que pesquisarem nos meses seguintes, e vira material de apoio para a equipe de matrículas mandar no WhatsApp para quem pediu informação.
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Precisão: o digital fecha o cerco
Quando a família já ouviu falar da escola e já leu sobre ela, o display nos portais da NSC e o Globoplay DAI trazem a mensagem de volta na hora da decisão, segmentados por cidade, bairro e perfil — pais de crianças em idade escolar, por exemplo. É a mídia de reforço: não substitui as outras, mas garante que a escola apareça de novo exatamente para quem já demonstrou interesse.
Como saber se funcionou
A conversão de uma escola não é a matrícula: é a visita agendada. Pergunte, no agendamento, como a família conheceu a escola, e registre. Em quatro semanas de campanha, esse registro mostra qual mídia trouxe mais visitas e ajusta a campanha de janeiro.
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