Veja os atacarejos de Santa Catarina entre os 10 maiores do Brasil

Veja os atacarejos de Santa Catarina entre os 10 maiores do Brasil

Os atacarejos de Santa Catarina são protagonistas na expansão desse modelo de comércio no Brasil, que combina preço competitivo, escala e capilaridade. Inclusive, dois gigantes catarinenses estão entre os dez maiores do Brasil no Ranking ABAAS 2026, da Associação Brasileira dos Atacarejos (ABAAS). Acompanhe os detalhes a seguir!

Destaques dos atacarejos de Santa Catarina:

  • o setor como um todo no Brasil faturou R$ 360 bilhões em 2025;
  • os atacarejos catarinenses no topo cresceram acima da média nacional;
  • o Grupo Pereira assegurou a 5ª posição ao faturar R$ 17,5 bilhões no ano;
  • já o Grupo Koch subiu para a 6ª posição, com o faturamento de R$ 12,9 bilhões.

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Atacarejos de Santa Catarina entre os maiores do Brasil

O novo Ranking ABAAS, divulgado em março de 2026, mostrou uma evolução dos atacarejos de Santa Catarina no panorama brasileiro.

Os dados, referentes a 2025, mantêm a rede Atacadão na liderança nacional em termos de faturamento. A marca, cuja trajetória começou no Paraná, já conta com 11 lojas em território catarinense.

Enquanto isso, os atacarejos de Santa Catarina por origem vêm logo em seguida, ocupando a quinta e a sexta posições na lista atualizada.

Maiores atacarejos do Brasil no Ranking ABAAS por faturamento, referente a 2025:

  1. Atacadão: R$ 89,9 bilhões
  2. Assaí Atacadista: R$ 84,7 bilhões
  3. Grupo Mateus: R$ 43,6 bilhões
  4. Grupo Muffato: R$ 20,4 bilhões
  5. Grupo Pereira: R$ 17,5 bilhões
  6. Grupo Koch: R$ 12,9 bilhões
  7. Novo Mateus: R$ 12,5 bilhões
  8. Mart Minas e Dom Atacadista: R$ 12,5 bilhões
  9. Cencosud: R$ 10 bilhões
  10. Tenda Atacado: R$ 8 bilhões

Os dois representantes catarinenses no top 10 nacional também estiveram entre os que mais cresceram no período de 2024-2025. O Grupo Pereira manteve-se na quinta posição, mas o faturamento subiu 14,4%. O Grupo Koch, por sua vez, teve alta de 25,2%, alcançando dois degraus acima.

Supermercados e atacarejos dividem a preferência dos brasileiros.

Panorama dos atacarejos no Brasil

O modelo tem conquistado consumidores de todas as classes sociais no País. De acordo com a Associação Brasileira dos Atacarejos, o setor faturou R$ 360 bilhões em 2025. Isso representa um crescimento de 6% em relação aos R$ 340 bilhões de 2024, depois de já ter registrado um aumento de 20% frente aos R$ 300 bilhões em 2023.

O consumo em atacarejos faz parte da rotina de três a cada quatro lares no Brasil (76%), consolidando-se como um canal de vendas essencial na jornada de compra dos brasileiros.

A ABAAS também ressalta que o modelo soma mais de 2.500 lojas pelo País e gera mais de 400 mil empregos. Ou seja, o atacarejo é importante não só para a economia no bolso dos consumidores. Ele impulsiona a Economia (com “e” maiúsculo) do Brasil.

Pesquisa do Sebrae revela os hábitos de compra dos catarinenses.

Consolidação do Grupo Pereira no top 5 nacional

O Grupo Pereira começou em Itajaí, no litoral norte de Santa Catarina, há 64 anos. Foi pioneiro no modelo de atacarejo no Estado com a bandeira Fort Atacadista e conta, atualmente, com 110 lojas espalhadas pelo Brasil. É possível encontrar unidades do grupo no Rio Grande do Sul, no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, em Goiás, em São Paulo e no Distrito Federal, além daquelas em solo catarinense.

A expansão do Grupo Pereira combina o crescimento orgânico com aquisições. Em 2025, por exemplo, os Supermercados Schmit foram adquiridos pela gigante do atacarejo de Santa Catarina. Mais recentemente, foi a vez do Comercial Celeiro, dono das bandeiras Supermercados Celeiro e Combatt Atacadista.

O Grupo Pereira ainda opera com uma diversidade de negócios além do atacarejo representado pelo Fort Atacadista. O ecossistema de negócios inclui os supermercados Comper, o Atacado Bate Forte, a farmácia SempreFort, o restaurante Trudy’s, a Pera Turismo, o Fort Posto, a Perlog e os serviços financeiros Vuon.

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Grupo Koch: um dos maiores atacarejos do Brasil

O Grupo Koch tem suas raízes na roça de Antônio Carlos. A família começou a trajetória de sucesso no comércio em Santa Catarina vendendo hortaliças na feira. Depois, em 1994, veio o primeiro supermercado Koch, na cidade de Tijucas.

Mais de 30 anos depois, o Grupo Koch chegou a 94 lojas inauguradas. A entrada no modelo de atacarejo em Santa Catarina foi um dos motores do negócio, com a bandeira Komprão Atacadista.

Entre 2024 e 2025, o Grupo Koch apresentou o quarto maior crescimento entre as 24 redes associadas à ABAAS. Isso o permitiu pular da 8ª para a 6ª posição no Ranking ABAAS 2026.

A presença desses dois grupos entre os seis maiores atacarejos do Brasil confirma Santa Catarina como um celeiro de grandes varejistas. Para descobrir como impulsionar sua empresa no Estado, aproveite as oportunidades exclusivas da NSC.